A Tesa usa o CCTP da Circle para levar seu USDC, de forma nativa, até os tokens que rendem Treasuries do Tesouro americano — inclusive os que vivem na Solana. Você acessa o yield sem reconfigurar nada na sua custódia.
Você não muda de chain, não cria carteira nova e não mexe na custódia. A Tesa orquestra o caminho — você aprova e acompanha cada etapa.
Posição consolidada em tempo real e yield automático no mesmo painel. Liga um switch e o saldo ocioso passa a render Treasuries de curtíssimo prazo, com liquidez diária e sem mesa de operações.
O desenho da Tesa mantém você fora do escopo de licença que pesa sobre ativos virtuais no Brasil. Três nãos que são três seguros.
A assinatura fica com o seu custodiante licenciado ou com a sua própria infraestrutura. A Tesa orquestra — não guarda chave. Você não vira PSAV.
A perna cambial, quando existe, é executada por parceiro autorizado pelo BCB — que responde pelo enquadramento e pelo reporte junto ao regulador.
A Tesa nunca é contraparte. Coordena o pedido e entrega trilha completa para auditoria e relatório. Você no comando, o ativo sempre seu.
Sem mensalidade e sem surpresa na fatura. Você paga uma fração do rendimento que o seu dólar ocioso gera — e nada quando ele está parado. Se não houver yield, não há cobrança.
O percentual incide apenas sobre o rendimento gerado — nunca sobre o principal. Os custos dos parceiros licenciados que a Tesa orquestra (custódia e, quando houver, conversão) aparecem separados e transparentes.
Estamos selecionando as primeiras empresas. Se o seu caixa respira dólar, vamos construir a Tesa com você.