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Rascunho: especificação em definição. Endpoints e campos podem mudar.
Colocar caixa em USDC para render Treasuries parece uma integração simples. Na prática, envolve trilho de transferência entre redes, relação com emissores, lógica de alocação, registro auditável e uma fronteira clara de custódia. A API entrega tudo isso pronto, sem que a empresa entregue as chaves.

Construir internamente vs. usar a API

CCTP sem atalhos

O USDC entra e sai pelo Cross-Chain Transfer Protocol da Circle, que queima na origem e emite na rede de destino. Não há pool de liquidez intermediário nem ativo sintético no caminho. A API expõe cada etapa como registro do tipo cctp.

Integração com os emissores

USDY (Ondo) e BUIDL (BlackRock) têm regras próprias de elegibilidade, horários e mínimos. A TESA mantém essas integrações e apresenta os dois ativos com o mesmo formato de posição, proposta e registro.

Lógica de alocação

A carteira padrão divide o saldo rendendo em cerca de 60% USDY e 40% BUIDL. Quando o spread entre os ativos passa do limite da política, a TESA cria uma proposta de rebalanceamento. A empresa decide: sem aprovação, nada muda.

Registro on-chain

Toda operação termina com um hash de transação verificável. O endpoint de registros entrega a trilha completa para auditoria, contabilidade e conciliação com o ERP.

Fronteira de compliance

A TESA é non-custodial. A API nunca recebe chave privada nem transação assinada: ela devolve transações não assinadas e solicitações de aprovação. A empresa continua com o mesmo custodiante, as mesmas políticas de assinatura e os mesmos controles internos. Veja Arquitetura.
Os percentuais e prazos desta página são ilustrativos e podem variar conforme a política de cada empresa e as condições de mercado.